Sexta-feira, Agosto 12, 2011

Do sonho que tive.

Sonhei, numa destas noites, que alguém apontava uma arma para minha cara. Um revolver. Haviam entrado em minha casa no sonho, assim em silêncio, o sujeito levantou o revolver e o apontou para o meu rosto. Lembro-me de ter fechado os olhos com aquela angústia de não saber o momento exato do tiro. Eu tinha pernas, braços, olhos, e tinha nada cheio de certeza. Ter a certeza do nada é a sensação mais pesada que se pode sentir.

Acordei e, assim em silêncio, percebi que alguém apontava o amor para minha cara.

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