Sonhei, numa destas noites, que alguém apontava uma arma para minha cara. Um revolver. Haviam entrado em minha casa no sonho, assim em silêncio, o sujeito levantou o revolver e o apontou para o meu rosto. Lembro-me de ter fechado os olhos com aquela angústia de não saber o momento exato do tiro. Eu tinha pernas, braços, olhos, e tinha nada cheio de certeza. Ter a certeza do nada é a sensação mais pesada que se pode sentir.
Acordei e, assim em silêncio, percebi que alguém apontava o amor para minha cara.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 Comentários:
Postar um comentário